terça-feira, 14 de maio de 2013

Importante

Remember not to speak.

domingo, 5 de maio de 2013

Mãe

Hoje é um bom dia para agradecer às mães biológicas dos meus filhos. É por causa delas e das decisões que tomaram que hoje comemoro este dia, por isso não quero julgá-las, nem pensar como podem ter sido capazes (talvez elas não saibam o que perderam, mas eu sei). Quero apenas agradecer-lhes. E dizer-lhes que os MEUS FILHOS são crianças lindas e fantásticas. A oportunidade de os amar, ver crescer, e educar  é uma dádiva que nunca poderei agradecer totalmente, mas que todos os dias faço um esforço por merecer.   Quando olho para eles e os vejo felizes e seguros, sei que estão no lugar certo. Sei que estamos todos no lugar certo. Vivemos o presente e preparamo-nos para o futuro, porque o caminho se faz caminhando, com fé e esperança. Seja o que for que o futuro nos traga, espero que possamos enfrentá-lo juntos, com base no amor e na confiança que são os alicerces da nossa casa.

"A minha mãe é vermelha porque vermelho é a cor do amor"

As crianças trouxeram as prendas que fizeram na escola na sexta-feira e, obviamente, não resistiram a dá-las logo. Por que razão haveriam de as guardar para hoje? Por que razão precisaríamos de um dia específico para dizer às pessoas que gostamos delas? Não gosto muito desta ideia de existirem dias para nos lembrarmos das pessoas que são importantes para nós e, no entanto, gosto do Dia da Mãe.
Não é pelas prendas, embora goste de as receber (e me emocione um bocadinho). Não é pela atenção, porque felizmente sou bastante mimada nos outros dias. Não é pelo que se diz, pois cá em casa mostramos e dizemos que gostamos uns dos outros todos os dias. É mesmo pela possibilidade de comemorar esse dia.
Tenho a certeza que fui mãe muito antes de ter os meus filhos, mas é fantástico ser mãe por completo.
E se ser mãe é um papel complicado que acarreta muitas preocupações e tarefas, é sobretudo um exercício de amor. E os filhos sabem isso.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Amor é.... (II)

... um poema.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Bora lá cantar!

Vou tentar pôr os meus alunos do 7º ano a cantar. Há uma séria possibilidade de correr mal, mas, se correr bem, tenho a certeza que será um marco importante na nossa relação.

Amor é.... (I)

um saco de água quente.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

There's nothing I can do. I've been trying but I don't think I'll make any difference. And that makes me really sad.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Não vivo no passado. Mas o passado vive em mim. Está cá tudo, muito arrumadinho, como o sotão da casa da nossa infância onde guardámos as coisas antigas que foram deixando de ser usadas.Por razões várias tenho andado a remexer no passado. Não sei se será uma boa ideia.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Da organização I

No meu esforço para ser mais organizada, faço agora uma ementa semanal. Assim, no sábado (ou na sexta, como foi o caso) sento-me com os livros de receitas e decido o que será o jantar em cada um dos dias da semana. Simultaneamente, faço uma lista de compras com os ingredientes necessários para levar a cabo essas refeições. Esta é a terceira semana em que tento utilizar este "instrumento de organização doméstica", mas ainda não sei se é verdadeiramente útil. Na primeira semana correu bem, embora não tenha feito sempre o que estava na ementa; na segunda foi impossível pensar com antecedência e por isso voltámos ao improviso, vamos ver como corre esta semana (para já o jantar de hoje passou para amanhã). Confesso que tenho sentimentos divididos relativamente a isto de programar as refeições todas para a semana. Por um lado, isto de dar volta aos livros e pensar com tempo permite-me fazer receitas diferentes (à hora falta sempre algum ingrediente) e vai ser giro ver mais tarde quais as comidas cá de casa; por outro lado, retira espontaneidade ao ato de cozinhar (o que em dias de semana em que chegamos tarde e cansados também não faz diferença nenhuma). Como isto é um "work in progress", talvez se possa decidir que as refeições do fim de semana não serão programadas, de modo a termos mais liberdade, e acrescentar algumas anotações sobre quais as refeições com maior sucesso ou o que deverei corrigir da próxima vez que as fizer. Para já vou tentar tornar a elaboração da ementa uma atividade familiar em que as crianças também participem. Numa família onde a comida é tão importante talvez resulte bem.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Ainda agora começou o ano e já se foram as resoluções de ano novo

"Tudo o que faço ou medito
fica sempre na metade
querendo, quero o infinito
fazendo, nada é verdade."
                  Fernando Pessoa

Há muitos anos atrás, a minha professora de Português do 9º ano escreveu estes versos num daqueles caderninhos de autógrafos (lembram-se?) que se usavam naquela época. Sempre achei que eram de facto muito adequados e tenho passado grande parte da minha vida a tentar contrariar esta tendência para começar as coisas com muito entusiasmo e determinação e depois, "somewhere along the way", me perder.
Para quem, como eu, gosta de começar de novo, não há melhor que o Ano Novo. Grandes resoluções e uma renovada esperança de que este seja o ano em que vou ser mais organizada e gerir melhor o tempo, deitar-me mais cedo, ter mais tempo para ler, fazer mais exercício físico, não gritar com os miúdos (os cá de casa e os outros)... enfim, todas as coisas que gostava efetivamente de ser capaz de fazer. Mas não sou.
Ainda agora o ano começou e já não estou a cumprir aquilo a que me propus. Mesmo assim, continuo a esforçar-me. Pode ser que este seja o ano em que tudo muda.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Abraço

Não me assusta o que tu és, assusta-me não saber ainda bem o que és. Assusta-me não ter tempo para o descobrir. Tenho andado a correr contra o tempo para te dizer as coisas que não quero mesmo que vás embora sem saber. E se não voltas? Bem, se não voltares pelo menos fiz o que pude. Talvez não seja suficiente, talvez tenha sido tarde demais, mas não posso voltar atrás e fazer diferente por isso... Sei que és diferente da maioria das pessoas, e tenho a certeza que isso não tornará a tua vida mais fácil. Pensar muito, sentir muito, não esquecer, tudo isso complica o dia-a-dia. E tu és frágil, resistes ao medo, mas és frágil. E eu não posso proteger-te. Queria muito proteger-te, dar-te um lugar seguro para voltares, mas não vou conseguir (deixar-me-ias fazê-lo?). Por isso, abraço-te e guardo as palavras que não saberia dizer-te sem chorar. E rezo para que voltes, já que não posso pedir-to. Eu, que estou habituada a despedidas, a deixar ir, a ter saudades e a saber que há promessas que não vai ser possível cumprir, lamento mesmo que tenha de ser assim. Talvez haja um tempo e um lugar... Seja o que for que decidas, entenderei. Fica com um abraço que não passe.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A Bela e o Monstro, again

Se me dissessem que voltaria ao cinema para ver "A Bela e o Monstro" outra vez, talvez não tivesse acreditado, mas o facto é que ontem ali estávamos nós, eu e o marido, outra vez a emocionarmo-nos com aquela história de amor. É certo que houve diferenças: em vez dos nossos amigos, desta vez levámos os nossos filhos; em vez do King (cinema de que temos tantas memórias), desta vez fomos a um centro comercial; em vez do filme no original, desta vez vimos a versão dobrada em português. Ah, claro, e nós também já não somos os jovens ingénuos e apaixonados de há vinte anos. No entanto, ali sentados no cinema, com a Sofia adormecida no meu colo e o Alex entre nós, foi como se tivéssemos recuado no tempo. É essa a magia das histórias de amor intemporais. É essa a magia da nossa história de amor. Em vinte anos, mudou quase tudo... mas o essencial ainda lá está, como no dia em que vimos "A Bela e o Monstro" pela primeira vez.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Changes

Talvez seja da idade, ou do cansaço, ou da nossa vida ter mudado muito... o facto é que ao fim de 15 anos sinto que estou finalmente a perder algumas ilusões com a escola. Ainda acredito muito em fazer a diferença, ainda gosto muito dos meus alunos (bem, da maioria, que isto de gostar de todos não é fácil), ainda me esforço por fazer coisas com eles e para eles, ainda visto a camisola da escola... mas alguma coisa se quebrou. Não sei explicar o que foi ou quando aconteceu. Não sei se é uma mudança na relação com a escola ou se é uma mudança mais geral em mim. Nem sequer sei se isto é uma fase passageira ou se veio para ficar. Seja como for, sinto uma certa tristeza.

domingo, 9 de outubro de 2011

Um verso

Lendo sobre o recentemente anunciado Prémio Nobel da Literatura, Tomas Tranströmer, encontrei este verso dele: "acontecimentos que nos poderiam ter separado se não nos tivessem unido". Fiquei a pensar que neste verso se resumem os meus 14 anos de casamento. Tudo poderia ter corrido muito mal se tivéssemos lidado de forma diferente com as dificuldades e, no entanto, parece (pelo menos por agora) que correu bem. Tenho a certeza que o marido sabe, mas digo-o à mesma: todas as coisas que temos feito só valem a pena porque as fazemos juntos.

sábado, 1 de outubro de 2011

O trabalho de grupo

O meu filho de 8 anos tem, pela primeira vez, um trabalho de grupo para fazer. Não me lembro se quando andei na escola primária também fiz trabalhos de grupo, mas parece-me um bocadinho cedo para dar pôr duas crianças a fazer um trabalho sobre a sua localidade (história e receitas típicas), que deve ser apresentado em powerpoint. É verdade que os miúdos levaram o "magalhães" várias vezes para a escola o ano passado, e até fizeram uma apresentação em powerpoint, mas não me parece que tenham treinado a pesquisa de informação na internet ou a elaboração de apresentações em powerpoint de modo a que consigam fazer isso sozinhos.Na verdade, parece-me um trabalho que depende mais dos pais (e da sua capacidade para usarem a internet e o powerpoint) do que dos miúdos. E tenho a certeza que em muitos casos serão mesmo os pais a fazer o trabalho. Cá em casa, como queremos ser mais pedagógicos (e depois de uma discussão entre a minha abordagem - ficar com eles e ir orientando o trabalho - e a do marido - deixá-los sozinhos para ver como se desenvencilham e esperar que venham pedir ajuda), o marido está lá em cima no quarto a tentar que eles façam a pesquisa. Depois digo como correu.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Here we go again

Tenho a impressão que vamos embarcar numa grande aventura. De novo. Espero sinceramente que isto corra bem. Estou simultaneamente assustada e muitíssimo entusiasmada. Vamos lá ver...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A nossa música



O Vitinho faz 25 anos e eu lembro-me de o ver na televisão, mas não é por isso que esta música é tão importante para mim. Esta é a nossa música, minha e do filhote. Não sei bem por que é esta e não outra, talvez por ser curta e fácil e eu não ser grande cantora, mas isso também não interessa. Aconteceu que ele era pequeno, era difícil adormecê-lo e eu cantei esta música. E desde aí tenho-a cantado todas as noites, depois de lermos a história. É o nosso pequeno ritual. E ambos gostamos dele. Creio que saberei que ele cresceu a sério no dia em que já não quiser que eu cante a nossa música.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O meu filho é futebolista!

Depois de muita insistência, não houve como recusar-lhe este desejo, o rapaz foi finalmente para o futebol. Não é que estivéssemos muito entusiasmados com a ideia, mas o rapaz tem entusiasmo que chega e sobra para todos. Agora ele anda felicíssimo e nós andamos a correr para o levar e ir buscar aos treinos, já para não falar dos jogos. Eu, que não gosto de futebol, dei por mim num final de tarde gelado de janeiro a vibrar com o primeiro jogo do rapaz. E vê-lo dentro do campo deu-me um baque no coração: o meu menino já é um rapazito!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Aniversário



Este é o meu bolo de aniversário. Foi feito pelos meus alunos e fez parte da festa surpresa que organizaram para mim. E foi mesmo uma surpresa... Com direito a convidados, velas, parabéns, prenda e palavras escritas por todos eles. E obviamente alguma emoção. E, por causa deles, eu fui ainda mais feliz.

sábado, 16 de outubro de 2010

GUNS' N' ROSES forever



Impossível não me comover com esta música. Ali, com o marido e o filhote, no nosso primeiro concerto a três. É verdade que o Axel está velhote, é verdade que esperámos hora e meia sem ter a certeza se ele ia de facto aparecer, mas depois que entrou em palco isso não teve importância nenhuma. Só para ver o filhote a cantar "Sweet child of mine" teria valido a pena.